Modelos de negócio: Descubra qual é o ideal para sua empresa!

Abordar diretamente o tema modelos de negócios para quem está tendo sua primeira incursão neste universo parece que “pulamos” direto para o meio da história. Então, vamos amarrar esta conversa!

Quer abrir um negócio? Bom, tenha certeza que seja alguma coisa que você ame fazer!

No início – e no decorrer do percurso – haverá mares bravos alternados a mares calmos. Até conseguir segurar este leme e apontar para o norte, serão muitas emoções, pode ter certeza. Entendeu porque ser apaixonado pela sua escolha é fundamental?

Depois deste breve devaneio, que deve ser levado a sério, vamos a parte prática.

Primeiro, responda a estas perguntas:

  1. Você vai vender produto ou serviço?
    • Se produto:
      • Fabricará?
      • Terceirizará?
      • Importará?
    • Se serviço:
      • Trabalhará sozinho?
      • Terá empregados?
  2. Tem noção de um valor médio que espera lucrar anualmente?
  3. Terá uma sede física ou será virtual?

Esta, é só a “ponta do iceberg”. Mas estamos aqui para te ajudar! Um passo de cada vez.

Com estas respostas, conseguimos cercear o tipo de empresa que queremos/precisamos constituir.

Quanto ao formato do seu negócio é preciso estabelecer como você quer a relação de consumo com o seu público.

A característica do produto ou serviço e o tipo de cliente já nos indicam qual a melhor forma de modelo de negócios. Sendo assim, não existe uma “receita de bolo”, pelo contrário, o modelo dependerá da sua proposta de valor e das características da empresa.

Conceitualmente, modelo de negócio é: “a forma como a empresa cria, entrega e captura valor”. Não existe uma fórmula. Você precisará definir muito bem a proposta e valores da sua empresa.

Podemos falar, basicamente, três vertentes: o modelo de público, modelo de receita e modelo de negócio.

Modelo de público

Aqui estabelecemos as relações entre o negócio e quem “consumirá”. Temos:

  • B2B (Business to Business): os clientes são outras companhias (grandes corporações ou pequenas e médias empresas);
  • B2C (Business to Consumer): define a transação comercial entre empresa (indústria, distribuidor ou revenda) e consumidor final através de uma plataforma de e-Commerce;
  • B2G (Business to Government): o governo é o maior consumidor;
  • C2C (Consumer to Consumer): quando pessoas físicas vendem os produtos da empresa a outros consumidores.

E outras nomenclaturas e formatos como O2O (online to offline), etc.

Modelo de receita

Neste item a empresa define como vai ganhar dinheiro, ou seja: o formato pelo qual o cliente paga:

  • SaaS

Exemplos: Microsoft Office 365, Dropbox.

Aqui o que importa é o “job to be done” (serviço a ser feito) entregue pelo software.

Entregar o software como um produto não é o interesse deste modelo, mas sim a venda recorrente de serviços.

Vantagens: Receita recorrente.

Desafios: Manutenção e atualização são o mote para ter sucesso. E, também um maior custo fixo com servidores.

  • Premium/Freemium

Se dissermos, que o exemplo para esta modalidade é o Spotify, fica implícito seu funcionamento.

Se dissermos, que o exemplo para esta modalidade é o Spotify, fica implícito seu funcionamento.

É uma variação moderna do modelo de assinatura. Nesta proposta temos ofertas de serviços Free e Premium. O usuário escolhe em qual deseja se encaixar. E, futuramente, fazer um upgrade na sua assinatura de gratuito a pagante.

É uma variação moderna do modelo de assinatura. Nesta proposta temos ofertas de serviços Free e Premium. O usuário escolhe em qual deseja se encaixar. E, futuramente, fazer um upgrade na sua assinatura de gratuito a pagante.

  • Assinatura

Exemplos: Netflix, Wine.

Encontramos dois modelos que se sobressaem, nos conhecidos “clube de assinaturas”:

Os que entregam produtos físicos como: vinhos, frutas, etc. E, serviços como o streaming, que possibilitam a entrega de serviços aos clientes em troca de um valor fixo mensal.

Vantagens: É possível criar uma maior previsibilidade de receitas, uma vez que há pagamentos periódicos.

Desafios: A proposta de valor da empresa precisa estar muito bem construída, evitando altas taxas de cancelamento.

  • Publicidade: quando a empresa “vende” seu público aos anunciantes e muitos outros.

Escolher o modelo certo de receita é importante. Afinal se o cliente não sabe/entende ou não está confortável com o meio como vai pagar, você não consegue estabelecer uma relação de “confiança” e conquistá-lo.

Modelo de negócio

Neste ponto, decidimos como é entregue valor ao cliente. a razão ou o motivo pelo qual pessoas adquirem seus produtos e serviços.

Você deve pensar se está atendendo a uma necessidade, resolvendo um problema ou melhorando alguma situação existente:

  • Franquia: 

Normalmente são lojas físicas, por exemplo McDonald’s e Havaianas. Porém algumas empresas já possuem na versão e-Commerce, como O Boticário e Imaginarium.

Podemos dizer que franquia é um modelo para distribuição e comercialização de produtos e serviços, apesar de não encontrarmos uma definição precisa. A forma que mais se popularizou foi Franquia de Negócio Formatado (Business Format Franchising), onde há alguns parâmetros definidos entre franqueador e franqueado.

  • Marketplace

Exemplos: Uber, Mercado Livre, Pet Anjo e EasyQasa.

Marketplace é uma plataforma que conecta a oferta e a demanda por produtos e serviços. Para que funcione é necessário que haja uma boa quantidade de usuários nas duas pontas.

Onde ganham? Na cobrança por operação.

Vantagens: ser escalável, uma vez que a empresa não precisa se preocupar com a execução do serviço ou entrega do produto. Além do custo operacional ser muito mais baixo.

Desafios: É preciso ser atraente tanto de ofertantes como de demandantes para que a plataforma tenha um volume significativo de negócios.

  • e-Commerce

Exemplos: Amazon, Netshoes e Flipkart.

Pioneiro na internet, mas o mais difícil de replicar.

É necessário um grande investimento em espaço físico e operações de logística, para lidar com o estoque e a distribuição dos produtos vendidos na plataforma.

Vantagens: Como nos remete muito as compras físicas, nos sentimos mais confortáveis, por isso mais fácil ter aderência.

Desafios: A relação com o cliente é pontual e é necessário um maior investimento em marketing para garantir compras constantes;

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Marketing

Criada em 2016, a equipe de marketing da Online Applications produz conteúdos para os blogs Onbusca e OnlineApp. A equipe é formada por Daniel Peres (coordenador), Gustavo Fernandes e Ruth Silva (design), Larrisa Silva e Livia Silva (produção de conteúdo) e Nathalia Andrade (análise de dados).

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