Manufatura aditiva: o modelo de produção ágil da Indústria 4.0

No mundo dos negócios, mais precisamente no setor de produção, há cada vez mais a busca por processos perfeitos. Aqueles considerados inalcançáveis pela capacidade humana. Então, é aí que entra a manufatura aditiva, ou, como também é conhecida, impressão 3D.  

Traduzindo: Como ocorre a performance?


A manufatura aditiva decorre da produção de objetos por meio de impressoras 3D, onde o processo de criação se dá na sobreposição de materiais em camadas.

Tudo isso a partir de um desenho digital, feito em programas de modelagem 3D, como o AutoCAD e as matérias-primas mais comuns são: resina, cerâmica, metal e plástico.

Mas também, há segmentos que utilizam as mais variadas composições, até mesmo alimentos. Isso mesmo, em casos mais simples, as comidas prontas são apenas moldadas em vários formatos. Mas em outros, é feito todo o ciclo de preparo.

Você pode estar pensando que há diversas denominações de manufatura, e essa é só mais uma. Porém, a manufatura aditiva veio para quebrar paradigmas. Você irá se surpreender com o que ela é capaz.

Vamos do começo…


A manufatura aditiva surgiu há quase 40 anos no Japão, por meio da mente brilhante de Hideo Kodama.

Não pense você que a ideia estacionou. Ao longo desses anos, essa tecnologia foi sendo estudada e aperfeiçoada. Atualmente, vem sendo implantada em vários campos que permeiam a indústria e a sociedade. Assim, com o tempo, tornou-se comum sua presença na medicina, arte, culinária, indústria, entre outros.

Um dos exemplos mais surpreendentes, no meio automobilístico, é o LSEV. Esse é o nome de, simplesmente, o 1º automóvel montado por meio da impressão 3D. Possuindo apenas 57 componentes.

Tal feito é da startup chinesa Polymoker em parceria com a italiana XEV. Elas prometem a chegada do automóvel no mercado até o final de 2019. E não para por aí, até mesmo a construção, ou melhor, impressão de casas já foi especulada.

A manufatura aditiva com sua agilidade e propósito de transformação da produção, tornou-se um dos pilares da Indústria 4.0.

Por que a manufatura aditiva vem atraindo olhares?

  • Facilidade de criação: A partir da definição do desenho, qualquer objeto pode ser impresso, de forma ágil e sem demandar um grande período de tempo, como seria em um processo de produção ao qual estamos habituados. 
  • Custo-benefício: Partindo do pressuposto de que a manufatura aditiva requer menor participação de pessoas, o custo-benefício já se eleva comparado as outras opções.
    Sem contar com a economia nos valores das matérias-primas, maquinários para produção e espaço para alocação do processo. Comparar todos esses elementos, expõe uma contenção singular.
  • Menor desperdício de matéria-prima: Há duas formas de produzir. Uma é partindo da matéria-prima bruta e a subtraindo até chegar ao produto final, também chamada de manufatura subtrativa.
    Já a aditiva, mencionada diversas vezes acima, utiliza o princípio de adição de matéria.
    A diferença entre esses processos se dá pela quantidade utilizada, já que em uma coloca-se um grande volume de material e depois realiza a redução, e na outra se adiciona a quantidade com exatidão.
  • Maior atenção aos detalhes: Diferente de um processo de manufatura subtrativa, onde as falhas só podem ser identificadas após a conclusão da elaboração do produto.
    Na manufatura aditiva, os erros podem ser evitados, pois todo o processo de criação é feito de forma minuciosa, e acompanhado em tempo real na tela do computador.


Esse parece um mundo distante para você?


Acredite, a manufatura aditiva está por toda parte e mais presente em sua vida do que você imagina. Logo, investir em tecnologias como essa pode ser um impulso para sua empresa. Pense nisso!


Marketing

Criada em 2016, a equipe de marketing da Online Applications produz conteúdos para os blogs Onbusca e OnlineApp. A equipe é formada por Daniel Peres (coordenador), Gustavo Fernandes e Ruth Silva (design), Larrisa Silva e Livia Silva (produção de conteúdo) e Nathalia Andrade (análise de dados).

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